Seminário Agronegócio no Brasil

Exportação e importação / logística / Protocolo de Kyoto / Consultoria legal, estratégica e financeira para projetos internacionais e nacionais.

No dia 02 de agosto de 2007 realizou-se no escritório Wilfrido Augusto Marques Advogados Associados o seminário “Agronegócio no Brasil”. Contando, entre os ilustres convidados, com a presença do Embaixador da Austrália, Sr. Piter Heyward, e de jovens fazendeiros da Austrália, que compõe a organização chamada NFF – National Farms Federation, mais uma vez o trabalho desenvolvido pelo advogado tributarista e fazendeiro Wilfrido Augusto Marques foi merecidamente elogiado, por possibilitar em um ambiente saudável, confortável e simpático a troca de experiências entre empresários dos dois países, sempre na confiança de  que o futuro do mundo globalizado requer a realização de parcerias.

O Seminário teve início com palestra proferida pelo Dr. Vladimir Spíndola, membro da Comissão de Relações Internacionais da OAB/DF, sobre um tema bastante tormentoso no Brasil, qual seja, a burocracia para exportação e importação de produtos. O Dr. Vladimir ressaltou que o Brasil vem implementando, gradativamente, medidas para reduzir a burocracia, por meio de alterações no SISCOMEX, na legislação e na checagem física da mercadoria, ressaltando que a pretensão, neste último terreno, é que esta checagem caia até 2010, para a duração máxima de 2 (duas) horas. Ressaltou que, devido a estas medidas, o Banco Mundial subiu o Brasil em 68 (sessenta e oito) posições no ranking dos países que realizam exportação/importação, o que evidencia a tendência muito forte de o país incrementar cada vez mais seu comércio exterior.

Seguiu-se a Palestra do Sr. Edward Libaino Martins, Gerente Geral do Porto Seco em Brasília/DF, que apresentou para os presentes fotos das instalações do porto seco em Brasília/DF, ressaltando que por ter uma posição privilegiada, localizada no centro geodésico do País e interligada com os principais portos via ferroviária, rodoviária e aérea, o porto seco de Brasília, apesar de ter começado a operar há apenas 3 (três) anos, movimenta uma média de 30 milhões de dólares mês, considerando importações e exportações.

Após, apresentou o Dr. Leonardo Mendonça Marques um estudo sobre as mudanças climáticas no mundo, enfocando, neste aspecto, o Protocolo de Kyoto, informando que o Brasil encontra-se na 3ª posição do ranking de países que estão vendendo créditos de carbono, atrás apenas da Índia e da China, com cerca de 100 (cem) projetos já apresentados.

O Protocolo de Kyoto traz com eles fortes expectativas de mudanças econômicas para o país, já que a despeito de os EUA ainda não terem aderido ao Protocolo, alguns estados da federação já o fizeram e também a maioria dos países da Europa, pelo que certamente o mercado tem a tendência a ser fortemente incrementado, propiciando a troca de valores em dinheiro por créditos de carbono, o que certamente irá incrementar a economia, especialmente para os países em desenvolvimento.

Ressaltou, ainda, que está sendo viabilizada a realização de projetos por um conjunto de fazendeiros, desta forma, o custo seria um só, para várias pessoas em conjunto.

Por fim, o consultor da “The Global Consulting Group”, Dr. Arthur Fonseca, apresentou as possibilidades de viabilizar a execução de projetos internacionais, que permitam investimentos em Brasília ou em qualquer lugar do país, com conselheiros financeiros, legais e estratégicos.